Rua Aribau

Rua Aribau

"Rua Aribau" é uma coletânea inédita de poemas organizada por Alice Sant'Anna, uma das curadoras da TAG de 2018. Foram selecionadas quinze poemas de autoras brasileiras contemporâneas que envolvem temas como adaptação, viagem, decadência, solidão e inadequação, presentes no romance "Nada", escrito pela espanhola Carmen Laforet e indicado por Alice em novembro. Além dos tex...

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Title:Rua Aribau
Author:Alice Sant'Anna
Rating:
Edition Language:Portuguese

Rua Aribau Reviews

  • Adriana Scarpin

    O fato da curadoria da TAG nunca ter escolhido um livro do gênero lírico sempre me incomodou, como se o narrativo tivesse algum tipo de propriedade superior, muito embora eu saiba que essa escolha seja meramente mercadológica, já que muitos leitores infelizmente não são feitos para a poesia.

    Mas felizmente ainda podemos contar com livros de poemas como mimos como este organizado por Alice Sant'Anna, cujos poetas são exclusivamente mulheres contemporâneas tais como Bruna Beber, Alice Ruiz, Natash

    O fato da curadoria da TAG nunca ter escolhido um livro do gênero lírico sempre me incomodou, como se o narrativo tivesse algum tipo de propriedade superior, muito embora eu saiba que essa escolha seja meramente mercadológica, já que muitos leitores infelizmente não são feitos para a poesia.

    Mas felizmente ainda podemos contar com livros de poemas como mimos como este organizado por Alice Sant'Anna, cujos poetas são exclusivamente mulheres contemporâneas tais como Bruna Beber, Alice Ruiz, Natasha Felix, Ana Martins Marques, Jarid Arraes, Lu Menezes, Angélica Freitas, Julia de Souza, Marília Garcia, Natália Agra, Sofia Mariutti, Ana Guadalupe, Fernanda Morse, Laura Liuzzi e Ledusha, todas devidamente acompanhadas por ilustrações e colagens de várias mulheres brasileiras.

    Enfim, a escolha das artistas e o projeto são sensacionais, mas a escolha dos poemas não me encantou como deveria, talvez relendo-os depois de ler o livro de Carmen Laforet e os anexando ao trabalho simbólico do romance, talvez eu os perceba com maior profundidade.

  • Thiago Alves

    Poemas são um convite para entrar em um universo sensível onde as palavras representam as mais diversas expressões de arte. E como bem disse Ferreira Gullar: “A arte existe porque a vida não basta.”

    A escritora Alice Sant’Anna organizou essa linda coletânea de poemas, sendo o primeiro título original publicado pela editora TAG e com belíssimas ilustrações de mulheres com as mais variadas formações espalhadas pelo Brasil. Um diálogo literário plural onde as imagens dialogam com os textos. E faço u

    Poemas são um convite para entrar em um universo sensível onde as palavras representam as mais diversas expressões de arte. E como bem disse Ferreira Gullar: “A arte existe porque a vida não basta.”

    A escritora Alice Sant’Anna organizou essa linda coletânea de poemas, sendo o primeiro título original publicado pela editora TAG e com belíssimas ilustrações de mulheres com as mais variadas formações espalhadas pelo Brasil. Um diálogo literário plural onde as imagens dialogam com os textos. E faço um destaque especial ao humor presente no poema de Ana Guadalupe.

  • Suellen Rubira

    Não desprezo a poesia contemporânea, essa dos pós 2000, aliás, eu não tenho desprezado nenhuma literatura. Eu desprezo escritor que não é honesto com a arte da escrita.

    O que eu quero dizer é que, para mim, essa poesia nova está sofrendo muito no que diz respeito à criação de imagens. Alinham o texto à esquerda, colocam as coisas tal como são e, voilà! - poesia.

    Não gosto de poemas que não torçam o sentido da palavra, poemas que não me obriguem a pensar "nossa! Como é que essa coisa está ligada a

    Não desprezo a poesia contemporânea, essa dos pós 2000, aliás, eu não tenho desprezado nenhuma literatura. Eu desprezo escritor que não é honesto com a arte da escrita.

    O que eu quero dizer é que, para mim, essa poesia nova está sofrendo muito no que diz respeito à criação de imagens. Alinham o texto à esquerda, colocam as coisas tal como são e, voilà! - poesia.

    Não gosto de poemas que não torçam o sentido da palavra, poemas que não me obriguem a pensar "nossa! Como é que essa coisa está ligada a tal outra coisa?"

    Me senti assim com esse livro. Gostei mesmo de apenas 3 poemas: eu durmo comigo (Angélica Freitas), A torre (Jarid Arraes) e Ihas, Ilhéus, nomes (Lu Menezes).

    Os outros nada me disseram de instigante.

  • Juliana

    Fiquei muito feliz de ter lido essa coletânea.

    Começando pelo fato de que como objeto esse livro é lindo. Cada poesia é acompanhada por uma ilustração diferente, feita por uma artista diferente. Como os poemas.

    Nessa coletânea somos apresentados à 15 poetas brasileiras contemporanea, o que é incrível e inédito no nosso mercado editorial. Fiquei muito feliz de poder ter conhecido a escrita delas, o que me fez querer adquirir os livros delas para conhecer mais.

    Porém como toda coletânea, nem todos o

    Fiquei muito feliz de ter lido essa coletânea.

    Começando pelo fato de que como objeto esse livro é lindo. Cada poesia é acompanhada por uma ilustração diferente, feita por uma artista diferente. Como os poemas.

    Nessa coletânea somos apresentados à 15 poetas brasileiras contemporanea, o que é incrível e inédito no nosso mercado editorial. Fiquei muito feliz de poder ter conhecido a escrita delas, o que me fez querer adquirir os livros delas para conhecer mais.

    Porém como toda coletânea, nem todos os poemas ressoaram comigo, por isso tal nota.

    A única porta que já tinha lido antes foi a Angélica Freitas. Foi estranhíssimo perceber que o poema dela, nesta coletânea, eu adorei e o livro dela eu acabei de decepcionando muito.

    Enfim, das artistas que mais se destacaram para mim foram: Bruna Beber, Laura Liuzzi, Marília Garcia, Angélica Freitas, Alice Ruiz e Ana Martins Marques.

  • Josie Conti

    Gostei da ideia. Gostei da abertura para o trabalho poético. Quanto a qualidade vi poemas que gostei bastante e outros que achei bem ruins. Uma das coisas que mais desagrada é escritor que quer escrever prosa e coloca como se fosse poema como foi o caso da escritora que contou toda uma história de voo perdido. Não consegui achar que os recursos que ela usou no final o salvaram. Não seria mais fácil escrever uma crônica?

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