The Strange Order of Things: Life, Feeling, and the Making of Cultures

The Strange Order of Things: Life, Feeling, and the Making of Cultures

From one of our preeminent neuroscientists: a landmark reflection that spans the biological and social sciences, offering a new way of understanding the origins of life, feeling, and culture.The Strange Order of Things is a pathbreaking investigation into homeostasis, the condition of that regulates human physiology within the range that makes possible not only the surviva...

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Title:The Strange Order of Things: Life, Feeling, and the Making of Cultures
Author:António R. Damásio
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The Strange Order of Things: Life, Feeling, and the Making of Cultures Reviews

  • Ana Lúcia

    "Os sentimentos, elos de ligação para com o mundo, que se estabelecem a partir das célebres emoções, estes recortes das mais pungentes vivências..."

  • Maria Ferreira

    António Damásio divide o livro em três partes:

    Consiste em olhar o individuo por dentro, desde as bactérias às enzimas e células nervosas, responde a questões puramente biológicas de como o individuo sente a dor física e como a mente perceciona essa dor.

    Fala-nos sobre a homeostasia, como seja um conjunto de operações que o nosso organismo executa para persistir e prevalecer.

    Os sentimentos e a homeostasia estão associados de modo próximo e consistent

    António Damásio divide o livro em três partes:

    Consiste em olhar o individuo por dentro, desde as bactérias às enzimas e células nervosas, responde a questões puramente biológicas de como o individuo sente a dor física e como a mente perceciona essa dor.

    Fala-nos sobre a homeostasia, como seja um conjunto de operações que o nosso organismo executa para persistir e prevalecer.

    Os sentimentos e a homeostasia estão associados de modo próximo e consistente. Os sentimentos são as experiências subjetivas do estado da vida, ou seja, da homeostasia, em todas as criaturas dotadas de mente e de um ponto de vista consciente.

    Nesta parte o autor revela como o homem observa, reflete e age. Nós, seres humanos importamos para a nossa mente as imagens percecionadas pelos nossos 5 sentidos: olfato, visão, tato, audição e paladar, e a partir dessas imagens que a nossa mente recebe do exterior, armazena na memória e dá-lhes um sentido, ou seja cria as suas próprias narrativas a partir destas imagens e da nossa experiência vivida, aguarda igualmente na memória permitindo-lhe mais tarde recordar e contar ao outro. Foi através deste processo que foi evoluindo progressivamente e lentamente a mente humana.

    O autor revela que subjacente a este processo está a emoção do medo, o facto do homem percecionar o perigo e de sentir dor é que nos motiva a agir em conformidade para terminar com esta sensação desagradável. Duas grandes ações extremamente importantes e eficazes para o homem foi o domínio do fogo e a invenção da alquimia, que deu origem à medicina.

    A descoberta da forma de controlar o fogo, foi das invenções mais importantes para a civilização, em imensos aspetos que não valerá a pena aqui falar sobre todos, mas um que o autor revela no livro achei muito curioso. Após o domínio do fogo o homem passou a dormir menos horas e permanecer mais tempo acordado ao final do dia, pelo que enquanto cozinhavam, comiam e se aqueciam em torno da fogueira passaram igualmente a conviver mais, a contar histórias das atividades diurnas, umas verdadeiras, outras fantasiadas, a criar utensílios de caça, a fabricar as roupas para satisfazer muitas das necessidades básicas, mas não só, também a partir destes momentos que se passou a dar mais importância aos afetos e às emoções, à construção dos sentimentos, a refletir sobre as experiências vivenciadas e sentidas na dualidade corpo-cérebro, resultando no aparecimento das artes e rituais, a musica, a dança, o teatro, as pinturas seriam uma manifestação artística para responder ao desejo de manifestar emoções positivas como a alegria, o prazer e a paixão.

    Após ficarmos a conhecer o nosso corpo biológico, o funcionamento do cérebro e as interligações corpo – cérebro reportando o nosso passado até 2017, justificando porque somos como somos. O autor faz uma breve analise sobre o homem cultural social, o mundo que nos rodeia.

    Embora faça a ponte entre o homem biológico e intelectual, o autor pretendeu deixar a sua opinião sobre a politica, as crenças religiosas, a medicina, a crise económica, a ausência de valores morais, a tecnologia e os conflitos mundiais. Uma das criticas que fez foi a Yuval Harari no seu livro Homo Deus em que este refere que os organismos vivos são algoritmos, logo programáveis, logo com capacidade de se auto desenvolver e controlar o mundo levando ao extermínio da humanidade, algo fatalista e irreal. Damásio responde assim a yuval:

  • João Carlos

    (n. 1944)

    O português

    (n. 1944) – médico, neurologista e neurocientista, é professor da cátedra

    de “Neurociência, Psicologia e Filosofia", e director do

    na

    , em Los Angeles, Estados Unidos da América.

    Com o seu primeiro livro –

    -

    pretende

    (n. 1944)

    O português

    (n. 1944) – médico, neurologista e neurocientista, é professor da cátedra

    de “Neurociência, Psicologia e Filosofia", e director do

    na

    , em Los Angeles, Estados Unidos da América.

    Com o seu primeiro livro –

    -

    pretende

    No início de

    ,

    refere:

    Em

    surgem inúmeros conceitos e ideias numa busca incessante por nova(s) teoria(s) que interligam os

    e a

    com a(s) cultura(s). Como é que se iniciaram determinados processos – ou como é que evoluíram? A questão da linguagem verbal surge a par de outras características notáveis, como a sociabilidade intensa e um intelecto superior. Há, no entanto, um motivo poderoso que é inquestionável – os

    .

    (Pág. 15)

    (Pág. 17)

    Quase no final do primeiro capítulo

    refere:

    (Pág. 19)

    Ao ler

    apreendemos que mais que a excepcional inteligência humana e a linguagem são os sentimentos as forças primordiais que amplificam a saga das culturas humanas. A ausência de sentimento(s) é incompatível com a vida humana – existindo em qualquer ser o objectivo de estabilizar o seu ambiente interno – a

    .

    Nem sempre de leitura fácil -

    é uma excelente “mistura” entre detalhes científicos e filosóficos, numa reflexão assente nos detalhes biológicos e sociais, sobre os caminhos percorridos desde a origem da vida até aos nossos dias.

  • Joana Simões

    A very interesting book about how the nervous system formed and is connected to the body.

    It also talks about artificial intelligence and robots.

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